Prevenção contra a raiva é importante para manter pets saudáveis

18 de setembro de 2019

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Executivo da Boehringer Ingelheim alerta para vacina contra raiva nos animais de companhia após registro de casos da doença no Brasil


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Apesar de ser conhecida desde a antiguidade, a raiva ainda não tem cura e continua fazendo vítimas.

Por isso, a vacinação de cães e gatos é extremamente importante para prevenir a infecção pelo vírus e manter a saúde tanto dos pets quanto de seus tutores.

Especialmente em tempos de falta do soro antirrábico, principal componente do tratamento contra a doença.

A vacina Rabisin – I, da Boehringer Ingelheim, por exemplo, é recomendada para a prevenção da raiva em cães e gatos a partir dos quatro meses de vida.

A aplicação em dose única deve ocorrer anualmente para manter o pet sempre protegido.

Ação

O soro antirrábico é usado para o tratamento em situações emergenciais, quando uma pessoa é mordida por um animal que pode estar infectado, porque contém anticorpos e age rapidamente.

Entretanto, reformas nas instalações do principal fabricante no Brasil têm levado à falta do soro no país. Dessa forma, pelo menos dez estados estão sem estoques.

O Ministério da Saúde distribuiu, em julho deste ano, seu último estoque de soro. A previsão é que essa situação se prolongue até o fim do ano.

“A raiva pode ser prevenida e evitada. A vacinação dos pets é fundamental para evitar a contaminação e se torna ainda mais importante em um cenário de falta de soro antirrábico. Assim, podemos impedir que nossos cães e gatos sejam contaminados e transmitam a doença para os seres humanos”, alerta Danilo Denardi, gerente de marketing da área de Pets da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

A raiva

A doença atinge mamíferos, entre eles: cachorros, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e humanos. Ela é transmitida, principalmente, por meio da saliva do animal contaminado.

Como é altamente letal e não tem cura, a prevenção por meio da vacinação de cães e gatos é a forma mais eficaz de proteção contra a doença.

Neste ano, foi registrado em Santa Catarina o primeiro caso de morte por raiva em 38 anos. Uma mulher ser mordida por um gato infectado com a doença.

Além disso, há casos de detecção da doença em morcegos, atualmente o principal responsável pela transmissão da raiva no Brasil.

“Apesar de ser uma vacina comum entre cachorros, precisamos alertar donos de gatos para que eles também sejam vacinados. O gato é um animal com instinto caçador e, de certa forma, fica mais exposto ao risco de contaminação, caso tenha contato com algum animal infectado”, explica Denardi.