Saiba como colocar seu pet como ‘noivinho’ do seu casamento

1 de junho de 2018

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Colocar pets de estimação como pajens ou ‘daminhas’ para levar as alianças ao altar é tendência


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Tutores de pets sabem o quanto é gratificante ter a presença do cãozinho em  momentos marcantes da vida, por isso, muitos não querem deixá-los de fora do dia do casamento. Hoje, cada vez mais donos consideram os bichinhos como parte da família, cresce o número de casais que vão além, e sonham em dar papel de destaque para seu pet durante a cerimônia; levando as alianças ao altar.

Optar por um ‘noivinho’ pet pode deixar a cerimônia mais descontraída e alegre. Além de arrancar sorrisos dos convidados – afinal, quem resiste ao charme de um cãozinho vestido a caráter segurando as alianças? Porém, é preciso ter em mente que o pet precisará ser treinado por um profissional para que tudo saia conforme o planejado. Assim, não irá acontecer nenhum imprevisto que estresse o animal ou incomode os convidados.

Para o especialista em comportamento animal e adestrador Cleber Santos, é fundamental planejar antecipadamente o treinamento do cão, para que a participação no casamento aconteça com naturalidade e seja um momento prazeroso também para ele. “É preciso começar a treinar o cão de dois a três meses antes da cerimônia e pensar no seu bem estar, para que o pet esteja tranquilo no dia da celebração”, explica.

Cão Noivo

Confira o que recomenda o especialista:

Socialização do cão

Devido a presença de inúmeras pessoas, a comemoração pode se tornar um momento de muito estresse para o pet. Então, é imprescindível treiná-li para que sinta-se confortável na presença das pessoas. “Além de se certificar de que o pet é sociável, é preciso realizar um treinamento com adestrador, tanto na casa do cão como em ambientes externos de grande circulação de pessoas – como praças e parques. Isso ajuda a avaliar o nível de estresse e fazer com que o animal fique calmo”, explica.

Reconhecimento do local e cerimônia

Se possível, é recomendado que o adestrador leve o cão ao local onde será realizada a cerimônia, na véspera do casamento. “Essa prática ajuda o a reconhecer o lugar. Assim, permitindo que sinta os cheiros que fazem parte do ambiente, para que não se distraia no grande dia, aumentando muito as chances de que tudo saia como planejado”, diz ele.

Personalização

Os pets podem participar da cerimônia das mais diferentes formas – como caminhando à frente da noiva, parado ao lado do noivo, ou levando as alianças em uma cesta segurada pela boca. Para cada cenário, é importante treinar o cão com antecedência para que realizar com facilidade o que é esperado pelos noivos.

“Há donos que desejam que o pet sente-se para entregar as alianças, há outros que permitem que o animal pule e comemore com os noivos, por isso, o treinamento deve ser personalizado. Após os noivos decidirem o que o pet fará, o cão é adestrado por dois a três meses, dependendo da inclinação que o animal tem para adestramento”.

Dia do “noivinho

Nada mais justo do que oferecer a eles cuidados que garantam que apareça tão bem quanto os noivos no grande dia. “Vale a pena investir no bem estar e na estética do animal, como banho e tosa especiais, roupa de noivinho, ou até mesmo penteados. Isso fará com que o cão fique mais integrado ao evento. Com isso, fará toda a diferença durante a entrada dele na cerimônia”.

Hospedagem durante a festa

Nenhum dono quer passar a festa de casamento preocupado se o seu cão está sendo bem cuidado, e, em geral, não é viável deixá-lo solto pelo local após a cerimônia, pois além de o cão precisar de cuidados nem todos os convidados gostam de pets. Por isso, outra dica importante é contratar um serviço para cuidar do cão durante e após a festa. “Após tirar as fotos que marquem a presença do ‘noivinho‘, é preciso ter um local definido para que ele descanse da agitação do dia, seja em um hotel para cães ou em um local separado com um adestrador que fique com o pet para assisti-lo”, afirma.